A Barraca da Carbonária

A Maçonaria Florestal:História, Informação e Debate.

17.5.06

JURAMENTOS




“Eu prometo sobre o pão e o vinho da hospitalidade não revelar nada sobre os Deveres dos Bons Companheiros Lenhadores, nem tão pouco ao meu pai, sob a pena de ser privado do pão e do vinho da hospitalidade. Consinto, se faltar à minha palavra de honra, ser rachado pelo machado dos Bons Companheiros Lenhadores ou ser devorado pelos animais selvagens da floresta.”
( Ritual da Carbonária Italiana, Arquivo da R:.L:."Concórdia" dos ALAM de Florença )

“Juro e prometo sobre esta Cruz, símbolo da Fraternidade, e perante o G.: M.: do U.:, guardar inviolavelmente todos os segredos que me forem confiados por esta R.: B.:, bem como o que nela vir e ouvir, nunca escrevê-los, traçá-los, gravá-los ou deixar deles vestígios de qualquer maneira que seja sem que se me tenha dado uma licença expressa de o fazer e, neste caso, fá-lo-ei do modo que me for indicado. Juro ódio eterno aos tiranos e prometo amar meus PP.: e socorrê-los segundo minhas faculdades; prometo, além disso, conformar-me com os Estatutos e Regulamentos desta R.: B.: ; prometo, mais, nunca ter trato ou comunicação ilícita com mulher, filha ou irmã de Carb.:, de ser bom pai, bom filho e bom esposo. Consinto, se eu vier a perjurar, que o pescoço me seja cortado, o coração e as entranhas arrancados, o meu corpo queimado e reduzido a cinzas e minhas cinzas lançadas ao vento e minha memória fique em execração entre todos os CC.:. O G.: M.: do U.: me ajude.”
(Ritual da Carbonária Lusitana, instalada em Coimbra, 1848)

“Juro pela minha honra de cidadão livre guardar absoluto segredo dos fins e existência desta sociedade, derramar o meu sangue pela regenaração da Pátria, obedecer aos meus superiores e que os machados dos rachadores de cada canteiro se ergam contra mim se faltar a este solene juramento.”
(Juramento da Carbonária Portuguesa, antes de 1910)

“Comprometo-me, de minha livre e espontânea vontade, pela minha honra de homem de bem, a guardar o mais sagrado e absoluto segredo, a obedecer às Ordens Superiores da Associação, a proteger nos limites do possível os companheiros e a defender com a minha vida a Pátria, A República e a Carbonária.
Que eu seja severamente punido se faltar a este compromisso.”

(Ritual da C.: P.:, autorizado pela V.: Jovem Portugal, traç.: em Jerusalém, no Gr.: Firm.: da Maç.: Fl.: Portuguesa, aos 15 de Dezembro de 1910)

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